A tristeza às vezes chega. Não pede licença. Chega chegando, machucando. Mando-a embora. Ela vai. Mas às vezes permanece. Então faço uma prece. Assim ela obedece. Depois da prece, a alegria volta. Sem bater na porta. Essa não precisa licença. Nem deveria ter saído. Mas saiu porque desprevenido, baixei a guarda. Mas meu anjo da guarda, me sugeriu a prece. Eu a fiz com devoção. E apaziguou meu coração.